Essa semana usuários do Instagram compartilham com a gente o que viram de interessante no bairro de Pelourinho na cidade de Salvador - Bahia.
01: Casas coloridas do Pelourinho - @rudsondaniel
02: Olodum - @luleal_
03: Baiana fazendo acarajé - @maysabb
04: Largo do Cruzeiro de São Francisco e Igreja de São Francisco - @felipecampus
O Pelourinho é um dos principais cartões-postais de Salvador. Durante a época da escravidão, era o lugar onde os escravos eram castigados. A praça é cercada por várias casas antigas, no mais puro estilo colonial, dentre elas o casarão da Fundação Jorge Amado e igrejas como a Igreja do Rosário dos Homens Pretos e a Catedral Basílica, dois grandes exemplos da arquitetura da época da Colônia.
Desde 1985, o Pelourinho é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, tombado pela Unesco. É fonte de inspiração e palco para artistas brasileiros e estrangeiros – como Caetano Veloso e Paul Simon; até mesmo Michael Jackson já gravou cenas de um clipe ali. O Centro Histórico de Salvador também reúne alguns dos melhores restaurantes e dos bares mais movimentados da cidade.
A efervescência cultural toma conta do multicolorido Pelourinho. As terças-feiras são reservadas a shows, como o ensaio do Olodum, que atrai milhares de pessoas às ruas.
Fonte: bahia.com.br
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16 de set. de 2013
14 de ago. de 2013
Gastronomia: Barreado, um prato paranaense que simboliza festa e fartura.
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| Foto: Joel Rocha |
O Barreado é um prato simples e ao mesmo tempo exótico, cultivado há mais de 200 anos por caboclos das encostas da Serra do Mar, no litoral do Paraná.
Durante mais de século foi consumido apenas por moradores nativos das cidades de Antonina e Morretes. Primeiramente, por ocasião da festa do entrudo, que deu origem ao Carnaval. Depois, nas celebrações religiosas, que até hoje atraem milhares de pessoas àquelas bucólicas cidades com o propósito único de comer Barreado.
Somente no início dos anos 70 foi que esta delícia da culinária artesanal ganhou status e subiu a serra, passando a fazer parte do cardápio de sofisticados restaurantes de Curitiba.
E isto tem razão de ser: o órgão fez o resgate histórico da receita e desenvolveu campanha institucional, tornando o Barreado conhecido em nível nacional. Hoje, existem restaurantes servindo o Barreado na região Norte do País e até nos Estados Unidos.
O segredo na preparação é o tempo de cozimento na panela de barro - cerca de vinte horas - o suficiente para desfiar toda a carne e mantê-lo no fogo sempre. Depois de cozida, as fibras da carne se soltam resultando em um caldo grosso, saboroso e temperado a gosto regional.
Uma das suas características é que mesmo requentado mantém o seu sabor, uma vez que é feito dentro dessa panela de barro pesada, com tampa pesada do mesmo material vedada com uma massa de farinha e água (um barro preparado para manter o vapor), dai o nome Barreado.
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| Foto: UOL |
Tradicionalmente, o prato é acompanhado de frutas: Maçãs, bananas (com banana o gosto se completa) e laranjas.
Os locais tradicionais do Estado do Paraná onde encontra-se com facilidade o barreado são as cidades de Morretes (onde o prato é mais conhecido) e também nas cidades vizinhas: Antonina e Paranaguá.
25 de jul. de 2013
Gastronomia: Fondue, um prato suiço perfeito para os dias frios
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| Foto: Restaurante La Caceria |
Nesse inverno, nada melhor do que um bom fondue, não é mesmo?
Esse prato de origem Suiça, foi criado depois de uma super produção de queijos na região dos Alpes, onde os povos que lá habitavam se viram na necessidade de estocar o excesso durante os períodos mais frios.
Surgiu, então, a idéia de derreter o que estava sobrando e, para conservar, adicionar bebida alcoólica, que tanto poderia ser vinho ou aguardente – no caso, o kirsch – proporcionando estocá-los em blocos por longos períodos, pois seria necessário apenas derretê-los de novo para o consumo. Vem daí o nome fondue, que significa ‘fundida’, ou ‘derretida’, na língua francesa.
Mas a fondue (sim, a palavra é feminina) só ganhou fama na década de 50, graças ao chef Conrad Egli, do restaurante Chalet Suisse em Nova York, que passou a preparar novos sabores do prato, inclusive o fondue de chocolate.
Hoje em dia, muitos restaurantes inovam em seu cardápio, como é o caso do restaurante La Caceria no Hotel Casa da Montanha na cidade de Gramado (Rio Grande do Sul), que serve aos seus clientes "Fondue de Caças", que são cortes selecionados de carnes de caças (jacaré, coelho, etc) com molhos especiais e nobres.
Pela inovação, vale a pena conferir!
18 de jul. de 2013
Gastronomia: O britânico “Fish and Chips”
Embalado em papel jornal e comido com as mãos ou degustado sobre uma bela louça de porcelana chinesa com talheres de luxo, o 'fish and chips' sempre ocupou um papel central na gastronomia britânica, e nada mais é que um filé de peixe frito empanado servido com batatas fritas.
Se tornou popular na Inglaterra em meados do seculo 19, com o desenvolvimento dos barcos pesqueiros no Mar do Norte e da rede ferroviária, que ligou os portos as cidades. Os “nobres” compravam os peixes grandes, mas dentro das redes vinham também os menores. Os pescadores começaram a pegar esses peixes pequenos para comer.
O mais engraçado da história é que ele começou a se difundir separadamente, primeiro o fish (explicado acima), e depois o consumo de batata. Não se sabe ao certo quando estes dois itens se uniram e tornaram-se um prático típico, mas os primeiros registros de lojas especializadas em Londres são de 1860.
Quando passou a ser opção em restaurantes, o prato foi incrementado com ervilhas cozidas (ou em purê) e molho tártaro. Outros acompanhamentos populares são os feijões com molho de tomate (baked beans), o pão com manteiga, a salada coleslaw, o puré de ervilhas (mushy peas) e os picles de cebola. Na Inglaterra, a arinca e o bacalhau são os peixes mais utilizados no fish and chips. Mas, se usam muito outros tipos de peixes de carne branca, tais como o escamudo ou a raia.
Você pode encontrar esse prato em qualquer esquina praticamente, mas não é em todo pub/restaurante que você vai querer apreciá-lo. Pois em muitos eles usam peixe ruim, óleo velho e a experiência não vai ser a melhor possível. Desconfie do muito barato sempre!
Uma dica é comer nos restaurantes do bairro de Greenwich, por ser uma região portuária, a probabilidade dos peixes serem frescos é maior. Essa foto eu tirei em um desses restaurantes por lá, mas infelizmente não lembro o nome, porém, estava muito muito bom. Fica a dica! :)
10 de jul. de 2013
Gastronomia: Onde foi criada a Pizza ??
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| Foto: Su-Lin |
A pizza, é atualmente um elemento fundamental da gastronomia italiana, mas este saboroso prato não nasceu na Itália, como muitos imaginam. A história da pizza começou com os egípcios. Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes.
Os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão de Abraão". Os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis.
Conta-se que a pizza foi amplamente difundida em meados do século XIX, em 1889, graças à habilidade do primeiro pizzaiolo da história, dom Raffaele Espósito, um padeiro de Nápoles a serviço do rei Umberto I e da rainha Margherita, a quem ele homenageia ao confeccionar uma pizza imitando as cores da bandeira italiana, branco, vermelho e verde, utilizando para isso mussarela, tomate e manjericão. A rainha apreciou tanto este prato que dom Raffaele decidiu batizá-la de Margherita.
A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port'Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época. Chegou ao Brasil por meio dos imigrantes italianos e foi no Brás, bairro paulistano, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil.
Hoje em dia, existem milhares de pizzarias boas espalhadas pelo mundo, mas talvez pela fama de ser a cidade berço da pizza, ou pelo menos do sabor margherita, é o que faz de Nápoles, na Itália, o melhor lugar do mundo para se comer uma boa pizza*.
*A foto acima é a pizza margherita do restaurante L’Antica Pizzaria Da Michele, e considerada por muitos a melhor da cidade. Inclusive foi lá que Julia Roberts gravou uma das cenas do filme “Comer, Rezar e Amar”.
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